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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Painel da Folha: "Não vou cair sozinha", diz Yeda Crusius sobre PMDB

da Folha Online
Acuada pela denúncia do Ministério Público Federal, Yeda Crusius disse à cúpula do PSDB, no fim de semana, que seu eventual afastamento inviabilizará aliança com o PMDB contra o PT de Tarso Genro em 2010, informa o "Painel" da Folha, editado por Renata Lo Prete.
"Não vou cair sozinha", avisou a governadora gaúcha, cuja administração é suspeita de desviar recursos públicos. "Se existem irregularidades, começaram no governo do PMDB. As pessoas vão saber."

Segundo a reportagem, o PMDB deve se reunir na quinta-feira para decidir se fica na base aliada. Suas principais áreas de influência são o Banrisul, alvo de CPI, e a secretaria de Habitação, ocupada por indicado do deputado Eliseu Padilha.

A oposição na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul protocolou na semana passada o requerimento com pedido de CPI para investigar denúncias contra a governadora. Após seis meses de articulação, os opositores de Yeda conseguiram a assinatura de 39 deputados para apresentar o documento.

O pedido de CPI foi retirado da gaveta depois que o Ministério Público Federal apresentou uma ação civil público contra Yeda e outras pessoas. Até então, o documento tinha 17 assinaturas. Com a iniciativa dos procuradores, os deputados do PDT Gerson Burmann, Giovani Cherini e Kalil Sehbe assinaram o documento, totalizando 20 adesões.

Depois, foi a vez dos nove deputados do PMDB assinarem o documento. Entre peemedebistas que assinaram o requerimento está Luiz Fernando Záchia, um dos investigados pela ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal para apurar suposta improbidade administrativa.
A iniciativa do PMDB abriu caminho para outros parlamentares da base governista também aderirem à investigação contra a governadora, totalizando 39 assinaturas.
Segundo informações da Assembleia Legislativa, o presidente da Casa, deputado Ivar Pavan (PT), disse que o Poder Legislativo fará o seu papel de investigar e disponibilizar à sociedade gaúcha as denúncias feitas pelo Ministério Público Federal.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Vacinas especiais podem ser conseguidas de graça

Pessoas que estão nos grupos de risco têm direito à dose gratuita.
Brasil tem centros de referência para quem precisa de proteção extra.
Do G1, com informações do Jornal Nacional

O calendário oficial do Ministério da Saúde não inclui algumas vacinas que podem ser fundamentais em alguns casos. São vacinas caras, mas que podem ser obtidas de graça.
Com uma injeção, ou uma gotinha, o organismo começa a produzir anticorpos. É assim que funciona a vacina, que não pode ser confundida com remédio.
O Brasil tem um programa de vacinação muito bem avaliado pela Organização Mundial da Saúde. Todo ano, milhares de pessoas são imunizadas contra tuberculose, coqueluche, tétano, sarampo, paralisia infantil e outras doenças.

Porém, há uma parcela significativa da população que precisa de vacinas especiais. E o que pouca gente sabe é que elas são aplicadas, gratuitamente, em todos os estados do país.
O filho da dona-de-casa Nilze Alves de Miranda é prematuro. Ele está tomando a terceira vacina para evitar problemas respiratórios.

“Se fosse para pagar, com nossas condições financeiras, seria terrível”, afirma o metalúrgico Israel da Silva, pai do bebê.

As vacinas gratuitas são um direito de todos os que estão nos grupos de risco - pessoas que têm baixa resistência: diabéticos, renais crônicos, portadores de HIV, de câncer, de anemia falciforme, de síndrome de down, transplantados, bebês prematuros e grávidas.

Segundo a médica infectologista Lily Yem Weckz, o Brasil tem vários centros de referência justamente para atender essas pessoas que necessitam de uma proteção extra.

O diretor da Sociedade Brasileira de Imunização, Renato Kfouri, acredita que o número de beneficiados com as vacinas poderia ser muito maior. “Essa população toda nos daria um número muito maior de imunizados do que realmente comparecem aos nossos postos públicos de referência”, afirma Kfouri.