Postado por Cristiana Lôbo em 24 de agosto de 2009, Blog da Cristiana Lôbo, G1
Menos de uma semana depois de o PT ajudar a salvar José Sarney no Conselho de Ética, o presidente Lula reuniu os presidentes e líderes na Câmara do PT e do do PMDB para discutir a aliança eleitoral do ano que vem. No encontro, em São Paulo, do qual participaram os presidentes do PT, Ricardo Berzoini, e do PMDB, Michel Temer, e os líderes do PT Cândido Vacarezza e do PMDB, Henrique Alves, o presidente propôs e os representantes do PMDB acertaram que a aliança nacional deve ser formalizada ainda este ano, em torno da candidatura da ministra Dilma Roussef.
No encontro foi feita avaliação Estado por Estado das possibilidades de aliança e as divergências entre os dois partidos. Ficou acertado que os comandos partidários vão tentar resolver os obstáculos que possam impedir a aliança, mas quando eles não forem resolvidos, a idéia é não permitir que os problemas estaduais impeçam a aliança nacional em favor de Dilma Roussef.
O PT decidiu abrir mão de candidaturas para não prejudicar a aliança com o PMDB. O caso mais claro disso é no Rio de Janeiro, onde o presidente Lula faz questão da aliança para reeleger o governador Sérgio Cabral. Para isso, ele se comprometeu a demover o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, do projeto de disputar o governo estadual. A ele será oferecida uma vaga de candidato ao Senado, que ele disputará tendo como companheiro de chapa o atual senador, Marcelo Crivella.
O mesmo não vai valer para a Bahia, onde o PT tem o governador. Lá, o ministro Geddel Vieira Lima terá a permissão de Lula para manter sua candidatura ao governo estadual, mas Lula diz que fará campanha para reeleger o correligionário Jacques Wagner. Tal como na Bahia, no Rio Grande do Sul, a pré-candidata Dilma Roussef terá dois palanques - um do PT, com o ministro Tarso Genro; e poderá ter outro do PMDB.
O presidente Lula já começou a conversar com os partidos nos Estados e já tem lançado candidaturas, como fez om Henrique Meirelles, que foi lançado por Lula ao governo de Goiás, o que provocou forte reação do PMDB local que gostaria de lançar o nome do prefeito Iris Resende.
No encontro foi feita avaliação Estado por Estado das possibilidades de aliança e as divergências entre os dois partidos. Ficou acertado que os comandos partidários vão tentar resolver os obstáculos que possam impedir a aliança, mas quando eles não forem resolvidos, a idéia é não permitir que os problemas estaduais impeçam a aliança nacional em favor de Dilma Roussef.
O PT decidiu abrir mão de candidaturas para não prejudicar a aliança com o PMDB. O caso mais claro disso é no Rio de Janeiro, onde o presidente Lula faz questão da aliança para reeleger o governador Sérgio Cabral. Para isso, ele se comprometeu a demover o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, do projeto de disputar o governo estadual. A ele será oferecida uma vaga de candidato ao Senado, que ele disputará tendo como companheiro de chapa o atual senador, Marcelo Crivella.
O mesmo não vai valer para a Bahia, onde o PT tem o governador. Lá, o ministro Geddel Vieira Lima terá a permissão de Lula para manter sua candidatura ao governo estadual, mas Lula diz que fará campanha para reeleger o correligionário Jacques Wagner. Tal como na Bahia, no Rio Grande do Sul, a pré-candidata Dilma Roussef terá dois palanques - um do PT, com o ministro Tarso Genro; e poderá ter outro do PMDB.
O presidente Lula já começou a conversar com os partidos nos Estados e já tem lançado candidaturas, como fez om Henrique Meirelles, que foi lançado por Lula ao governo de Goiás, o que provocou forte reação do PMDB local que gostaria de lançar o nome do prefeito Iris Resende.
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