Incidente teria ocorrido na terça-feira (25) à noite no Canindé.
Jogadores e conselheiros trocam acusações de ameaça.
Do G1, com informações do Globo Notícia
Do G1, com informações do Globo Notícia
A polícia de São Paulo abriu inquérito nesta quarta-feira (26) para investigar o que de fato aconteceu no Estádio do Canindé na noite de terça-feira (25). O técnico e os jogadores da Portuguesa disseram que foram ameaçados por conselheiros do clube dentro do vestiário.
O caso está sendo investigado na delegacia do bairro do Pari. O advogado e o chefe da segurança da Portuguesa registraram um boletim de ocorrência representando os conselheiros que teriam feito ameaças aos jogadores. Eles contaram ao delegado que os conselheiros foram cobrar maior empenho e interesse dos atletas e depois saíram pacificamente, sem ameaças com armas de fogo. Os jogadores contradizem o que está no boletim. Eles dizem que houve um bate-boca e que os seguranças chegaram a mostrar as armas e ameaçaram jogadores e familiares.
O caso está sendo investigado na delegacia do bairro do Pari. O advogado e o chefe da segurança da Portuguesa registraram um boletim de ocorrência representando os conselheiros que teriam feito ameaças aos jogadores. Eles contaram ao delegado que os conselheiros foram cobrar maior empenho e interesse dos atletas e depois saíram pacificamente, sem ameaças com armas de fogo. Os jogadores contradizem o que está no boletim. Eles dizem que houve um bate-boca e que os seguranças chegaram a mostrar as armas e ameaçaram jogadores e familiares.
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