Se condenado, pena pode chegar a 23 anos de prisão.
Carlos Zoghbi já tinha sido indiciado pela Polícia do Senado.
Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília
Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília
A Polícia Federal indiciou nesta segunda-feira (10) o ex-diretor de Recursos Humanos do Senado João Carlos Zoghbi por três crimes no caso das irregularidades nos contratos de crédito consignado da Casa. Zoghbi já tinha sido indiciado pela Polícia do Senado em investigação relativa ao mesmo tema. O G1 tentou contato com o advogado de Zoghbi, Getúlio Humberto Barbosa de Sá, e aguarda resposta.
O pedido para que a PF abrisse inquérito para investigar o ex-diretor de Recursos Humanos foi feito pelo Ministério Público Federal no início de julho. De acordo com a PF, Zoghbi foi indiciado pelos crimes de concussão, inserção de dados falsos em sistema de informação e formação de quadrilha. Somados, os crimes podem render uma pena máxima de 23 anos de prisão. O inquérito deve ser concluído até o final do mês pela PF e Zoghbi é o primeiro indiciado. Ele depôs por três hora na manhã desta segunda-feira. Segundo a PF, outras cinco pessoas devem ser indiciadas no mesmo caso.
Zoghbi ganhou notoriedade após a denúncia de que usou uma ex-babá como “laranja” em uma empresa para receber as comissões pelos convênios para a operação de crédito consignado celebrados entre o Senado e instituições financeiras. O ex-diretor admitiu que foi permitido, em alguns casos, que a parcela de desconto no salário fosse superior aos 30% estipulados como o limite pela lei.
O pedido para que a PF abrisse inquérito para investigar o ex-diretor de Recursos Humanos foi feito pelo Ministério Público Federal no início de julho. De acordo com a PF, Zoghbi foi indiciado pelos crimes de concussão, inserção de dados falsos em sistema de informação e formação de quadrilha. Somados, os crimes podem render uma pena máxima de 23 anos de prisão. O inquérito deve ser concluído até o final do mês pela PF e Zoghbi é o primeiro indiciado. Ele depôs por três hora na manhã desta segunda-feira. Segundo a PF, outras cinco pessoas devem ser indiciadas no mesmo caso.
Zoghbi ganhou notoriedade após a denúncia de que usou uma ex-babá como “laranja” em uma empresa para receber as comissões pelos convênios para a operação de crédito consignado celebrados entre o Senado e instituições financeiras. O ex-diretor admitiu que foi permitido, em alguns casos, que a parcela de desconto no salário fosse superior aos 30% estipulados como o limite pela lei.
Acusações
João Carlos Zoghbi é acusado de usar uma ex-babá de 83 anos como laranja em uma empresa de consultoria com o objetivo de receber comissões de empresas que fecharam contratos com o Senado para realizar operações de crédito consignado com os funcionários. Além disso, o ex-diretor é acusado de aprovar contratos que ultrapassariam 30% do valor do salário dos servidores. O limite é exigido por lei para contratos de crédito consignado.
Zogbhi alegou que a empresa pertence a seus filhos, mas está no nome da ex-babá porque é proibido a servidores públicos terem companhias que fazem negócios com órgãos públicos.
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