da Folha Online
Chegou a 60 o número de pessoas feridas no ataque com carro-bomba que foi realizado contra um prédio da Guarda Civil de Burgos, na Espanha, nesta quarta-feira. Grande parte das vítimas ficou ferida por estilhaços de vidro. Do total, 38 precisaram ir ao hospital, e elas não correm risco de morrer, informou o Ministério do Interior. Houve danos na região.
Para o governo espanhol, o ataque foi realizado pelo grupo separatista basco ETA, embora não tenha havido nenhum telefonema de alerta sobre o ataque --o que é uma característica do modus operandi dos separatistas. Para o ministro, não houve telefonema por o alvo ser a Guarda Civil. "Dormiam nos andares quase 120 pessoas, das quais 41 eram crianças, o que ressalta o caráter canalha do atentado", disse Rubalcaba.
De acordo com a investigação, os criminosos estacionaram uma Mercedes Vito de cor branca cerca de 16 metros da fachada da frente do edifício, na tarde desta terça-feira (horário local). A explosão ocorreu por volta das 4h (23h desta terça-feira no horário de Brasília). Fontes de segurança dizem que o carro continha cerca de 200 quilos de explosivos.
Conforme o "El Pais", o atentado deixou uma grande cratera --de sete metros de largura e um metro e meio de profundidade- no solo. A detonação foi de tal magnitude que destruiu a fachada de alguns dos imóveis da área, além de marquises e janelas. Os danos provocados a edifícios próximos foram tamanhos que provocaram a desocupação preventiva deles.
A polícia local habilitou suas próprias instalações e um ginásio de esportes para alojar provisoriamente os moradores afetados, segundo fontes municipais.
Chegou a 60 o número de pessoas feridas no ataque com carro-bomba que foi realizado contra um prédio da Guarda Civil de Burgos, na Espanha, nesta quarta-feira. Grande parte das vítimas ficou ferida por estilhaços de vidro. Do total, 38 precisaram ir ao hospital, e elas não correm risco de morrer, informou o Ministério do Interior. Houve danos na região.
Para o governo espanhol, o ataque foi realizado pelo grupo separatista basco ETA, embora não tenha havido nenhum telefonema de alerta sobre o ataque --o que é uma característica do modus operandi dos separatistas. Para o ministro, não houve telefonema por o alvo ser a Guarda Civil. "Dormiam nos andares quase 120 pessoas, das quais 41 eram crianças, o que ressalta o caráter canalha do atentado", disse Rubalcaba.
De acordo com a investigação, os criminosos estacionaram uma Mercedes Vito de cor branca cerca de 16 metros da fachada da frente do edifício, na tarde desta terça-feira (horário local). A explosão ocorreu por volta das 4h (23h desta terça-feira no horário de Brasília). Fontes de segurança dizem que o carro continha cerca de 200 quilos de explosivos.
Conforme o "El Pais", o atentado deixou uma grande cratera --de sete metros de largura e um metro e meio de profundidade- no solo. A detonação foi de tal magnitude que destruiu a fachada de alguns dos imóveis da área, além de marquises e janelas. Os danos provocados a edifícios próximos foram tamanhos que provocaram a desocupação preventiva deles.
A polícia local habilitou suas próprias instalações e um ginásio de esportes para alojar provisoriamente os moradores afetados, segundo fontes municipais.
ETA
"Nós, democratas espanhóis, sabemos que enfrentamos um grupo de assassinos. Sabemos que são assassinatos selvagens e enlouquecidos, o que os faz mais perigosos, mas não mais fortes", afirmou Rubalcaba, citado pelo jornal espanhol "El Pais".
O último atentado assumido pelo grupo basco foi em 3 de dezembro passado, quando um atirador do ETA matou o empresário Ignacio Uría Mendizábal, em Guipúzcoa. O último assassinado a bomba, como o do agente Garcia, foi realizado em 30 de maio de 2003, em Navarra. No dia, dois policiais morreram.
O grupo terrorista usa a violência há 40 anos para tentar conseguir a independência do País Basco, período no qual ao menos 850 pessoas morreram.
"Nós, democratas espanhóis, sabemos que enfrentamos um grupo de assassinos. Sabemos que são assassinatos selvagens e enlouquecidos, o que os faz mais perigosos, mas não mais fortes", afirmou Rubalcaba, citado pelo jornal espanhol "El Pais".
O último atentado assumido pelo grupo basco foi em 3 de dezembro passado, quando um atirador do ETA matou o empresário Ignacio Uría Mendizábal, em Guipúzcoa. O último assassinado a bomba, como o do agente Garcia, foi realizado em 30 de maio de 2003, em Navarra. No dia, dois policiais morreram.
O grupo terrorista usa a violência há 40 anos para tentar conseguir a independência do País Basco, período no qual ao menos 850 pessoas morreram.
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