Postado por Cristiana Lôbo, no Blog da Cristiana Lôbo, G1.
O presidente Lula não perde a oportunidade de falar contra o programa de privatização executado no governo passado - embate, aliás, que lhe deu a vitória sobre Geraldo Alckmimn, em 2006. Nesta segunda-feira, foi mais longe e disse que muitos bancos foram vendidos por “pouco mais de nada” e neste rol incluiu o Banespa, privatizado no ano 2000.
A oposição, é claro, saiu em defesa do negócio e lembrou que a venda do Banespa ao Santander obteve ágio de 281% sobre o preço aprovado na época pelo Tribunal de Contas da União. Vale lembrar que o PT defendia a venda a um banco brasileiro - o que excluiria o espanhol Santander. Mas, no leilão, os brasileiros foram menos generosos: O Unibanco ofereceu ágio de 13,5% e apresentou proposta de R$ 2,1 bilhão e o Bradesco ainda menos 0,5% ao preço de R$ 1,86 bilhão.
- O que o presidente Lula fala é uma insensatez - disse o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, defendendo a lisura da transação e sua transparência total.
Ao criticar a privatização do Banespa e insinuar que governantes no passado usaram bancos públicos “quem sabe para fazer caixa dois”, como disse aos funcionários do Banco do Brasil, Lula toma o rumo da campanha política ao fazer insinuações de maneira generalizada contra os adversários. Ao mesmo tempo, reitera o discurso que tem feito em defesa dos bancos públicos. Segundo ele, estes bancos ajudaram o Brasil a sair mais rapidamente da crise. Isso é fato porque os bancos públicos ajudaram a oferecer crédito num período de escassez e falta de confiança, quando os bancos privados trancaram seus cofres e suspenderam os empréstimos.
O presidente Lula não perde a oportunidade de falar contra o programa de privatização executado no governo passado - embate, aliás, que lhe deu a vitória sobre Geraldo Alckmimn, em 2006. Nesta segunda-feira, foi mais longe e disse que muitos bancos foram vendidos por “pouco mais de nada” e neste rol incluiu o Banespa, privatizado no ano 2000.
A oposição, é claro, saiu em defesa do negócio e lembrou que a venda do Banespa ao Santander obteve ágio de 281% sobre o preço aprovado na época pelo Tribunal de Contas da União. Vale lembrar que o PT defendia a venda a um banco brasileiro - o que excluiria o espanhol Santander. Mas, no leilão, os brasileiros foram menos generosos: O Unibanco ofereceu ágio de 13,5% e apresentou proposta de R$ 2,1 bilhão e o Bradesco ainda menos 0,5% ao preço de R$ 1,86 bilhão.
- O que o presidente Lula fala é uma insensatez - disse o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, defendendo a lisura da transação e sua transparência total.
Ao criticar a privatização do Banespa e insinuar que governantes no passado usaram bancos públicos “quem sabe para fazer caixa dois”, como disse aos funcionários do Banco do Brasil, Lula toma o rumo da campanha política ao fazer insinuações de maneira generalizada contra os adversários. Ao mesmo tempo, reitera o discurso que tem feito em defesa dos bancos públicos. Segundo ele, estes bancos ajudaram o Brasil a sair mais rapidamente da crise. Isso é fato porque os bancos públicos ajudaram a oferecer crédito num período de escassez e falta de confiança, quando os bancos privados trancaram seus cofres e suspenderam os empréstimos.
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