da Folha Online
Três detentos cariocas que seriam transferidos da penitenciária de segurança máxima de Catanduvas (PR) para o presídio de Bangu 1, no Rio, foram impedidos de desembarcar na capital fluminense. Por determinação do Tribunal de Justiça do Rio, os criminosos foram enviados de volta para o presídio paranaense na noite desta terça-feira.
Apontados como chefes do tráfico de drogas em suas regiões, eles chegaram no aeroporto Santos Dumont sob forte esquema de segurança, por volta das 20h. Às 23h, o avião da Polícia Federal que trazia os detentos voltou para o Estado de origem.
Os três são Isaías Costa Rodrigues, o Isaías do Borel; Ricardo Chaves de Castro Lima, o Fu do morro da Mineira; e Marco Antônio Pereira Firmino da Silva, o My Thor do morro dos Prazeres.
A Justiça Federal havia determinado que os três retornassem ao Rio até o final do ano, devido ao fim do tempo de permanência de 120 dias determinado por lei para esse tipo de transferência. Os detentos estão no presídio de segurança máxima do Paraná há mais de dois anos.
Eles foram transferidos para Catanduvas em janeiro de 2007, junto com outros criminosos, como Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco.
A decisão sobre o retorno não havia agradado ao governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e à Justiça do Estado. De acordo com o desembargador Luiz Zveiter, presidente do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio), o juiz da Vara de Execuções Penais do Estado, Rafael Estrela, afirma que há um conflito de competência no caso e os detentos representam perigo para o sistema prisional do Rio.
Mais cedo, o governo do Rio divulgou uma nota defendendo a permanência dos criminosos no PR. "Cabe lembrar que a primeira medida desta gestão foi, justamente, providenciar a transferência desses bandidos para longe do Rio, devido às suas ações terroristas no fim de 2006 como pôr fogo em ônibus e matar inocentes", informou a nota.
"Tal decisão, se confirmada, seria um retrocesso gravíssimo. O governo do Rio espera que o Superior Tribunal de Justiça atenda ao clamor da sociedade do Estado e reveja a decisão."
Outros quatro criminosos, entre eles Marcinho VP, deverão ser transferidos de volta ao Rio nos próximos meses.
Três detentos cariocas que seriam transferidos da penitenciária de segurança máxima de Catanduvas (PR) para o presídio de Bangu 1, no Rio, foram impedidos de desembarcar na capital fluminense. Por determinação do Tribunal de Justiça do Rio, os criminosos foram enviados de volta para o presídio paranaense na noite desta terça-feira.
Apontados como chefes do tráfico de drogas em suas regiões, eles chegaram no aeroporto Santos Dumont sob forte esquema de segurança, por volta das 20h. Às 23h, o avião da Polícia Federal que trazia os detentos voltou para o Estado de origem.
Os três são Isaías Costa Rodrigues, o Isaías do Borel; Ricardo Chaves de Castro Lima, o Fu do morro da Mineira; e Marco Antônio Pereira Firmino da Silva, o My Thor do morro dos Prazeres.
A Justiça Federal havia determinado que os três retornassem ao Rio até o final do ano, devido ao fim do tempo de permanência de 120 dias determinado por lei para esse tipo de transferência. Os detentos estão no presídio de segurança máxima do Paraná há mais de dois anos.
Eles foram transferidos para Catanduvas em janeiro de 2007, junto com outros criminosos, como Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco.
A decisão sobre o retorno não havia agradado ao governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e à Justiça do Estado. De acordo com o desembargador Luiz Zveiter, presidente do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio), o juiz da Vara de Execuções Penais do Estado, Rafael Estrela, afirma que há um conflito de competência no caso e os detentos representam perigo para o sistema prisional do Rio.
Mais cedo, o governo do Rio divulgou uma nota defendendo a permanência dos criminosos no PR. "Cabe lembrar que a primeira medida desta gestão foi, justamente, providenciar a transferência desses bandidos para longe do Rio, devido às suas ações terroristas no fim de 2006 como pôr fogo em ônibus e matar inocentes", informou a nota.
"Tal decisão, se confirmada, seria um retrocesso gravíssimo. O governo do Rio espera que o Superior Tribunal de Justiça atenda ao clamor da sociedade do Estado e reveja a decisão."
Outros quatro criminosos, entre eles Marcinho VP, deverão ser transferidos de volta ao Rio nos próximos meses.
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