quinta-feira, 30 de julho de 2009

Estados começam a receber tratamentos contra a influenza A

Medicamento foi produzido pelo laboratório brasileiro Farmanguinhos.
Ao todo, 2,1 milhões de cápsulas serão distribuídas, segundo ministério.
Do G1, em Brasília

O Ministério da Saúde informou que começou nesta quinta-feira (30) a entregar aos estados o primeiro lote produzido no Brasil do fosfato de osetalmivir, usado no tratamento da influenza A (H1N1). O medicamento foi fabricado pelo Laboratório Farmanguinhos, da Fiocruz, no Rio de Janeiro. Segundo a instituição, o fosfato de oseltamivir foi registrado como similar do Tamiflu, também usado contra a doença.
Ao todo, 2,1 milhões de cápsulas serão distribuídas. Segundo o Ministério da Saúde, os tratamentos foram produzidos com matéria-prima comprada em 2006, como estoque de prevenção para enfrentar uma eventual epidemia de gripe aviária. De acordo com o ministério, o estoque da matéria-prima é suficiente para produzir 9 milhões de tratamentos.

O Ministério da Saúde informou que deve divulgar nesta sexta (31) os novos números da incidência da doença no Brasil. Os números deveriam ter sido divukgados na quarta (2), conforme calendário estabelecido pelo próprio ministério, mas os técnicos pediram mais tempo para consolidar os dados.

América Latina
AAmérica Latina é a região mais atingida pela nova gripe, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A região tem o maior número de contaminações e mortes. Cerca de dois terços das 816 mortes em decorrência da nova gripe confirmadas no mundo aconteceram na América Latina.

A Argentina tem a maior quantidade de vítimas fatais na região, com 165 mortes registradas. Em relação ao resto do mundo, o país só fica atrás dos Estados Unidos. Os demais países que encabeçam a lista latino-americana são México (138 mortes), Chile (79), Brasil (56) e Peru e Uruguai (ambos com 23).

A América Latina afeta especialmente as pessoas que estão no hemisfério Sul, que passa pelo inverno. A estação fria facilita a propagação do vírus.

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