da Folha Online
O vice-presidente da República, José Alencar, deve viajar na próxima terça-feira aos Estados Unidos para continuar um tratamento experimental no Centro Oncológico MD Anderson.
Antes, porém, ele precisa receber alta médica do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Na última sexta-feira, ele foi submetido a uma cirurgia para tratar uma obstrução no intestino grosso. O vice-presidente evolui bem da cirurgia e já caminha e se alimenta.
Vice-presidente José Alencar deve viajar na próxima terça-feira aos Estados Unidos para continuar tratamento.
Alencar passou por uma colostomia --procedimento no qual se faz uma abertura no abdômen para a drenagem das fezes. O procedimento já havia sido sugerido em cirurgia anterior, mas Alencar preferiu não fazê-lo.
Essa foi a segunda intervenção cirúrgica do vice em apenas um mês e a 15ª dos últimos 12 anos em tratamentos contra o câncer, descoberto em 1997.
Segundo os médicos, a colostomia foi necessária em razão da presença de tumores na região pélvica que impediam o funcionamento normal do intestino.
Na sexta-feira, o médico Raul Cutait, um dos responsáveis pela intervenção, disse que Alencar "se comportou muito bem durante a cirurgia". "Mais uma vez, ele foi um bravo e um forte."
O vice-presidente da República, José Alencar, deve viajar na próxima terça-feira aos Estados Unidos para continuar um tratamento experimental no Centro Oncológico MD Anderson.
Antes, porém, ele precisa receber alta médica do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Na última sexta-feira, ele foi submetido a uma cirurgia para tratar uma obstrução no intestino grosso. O vice-presidente evolui bem da cirurgia e já caminha e se alimenta.
Vice-presidente José Alencar deve viajar na próxima terça-feira aos Estados Unidos para continuar tratamento.
Alencar passou por uma colostomia --procedimento no qual se faz uma abertura no abdômen para a drenagem das fezes. O procedimento já havia sido sugerido em cirurgia anterior, mas Alencar preferiu não fazê-lo.
Essa foi a segunda intervenção cirúrgica do vice em apenas um mês e a 15ª dos últimos 12 anos em tratamentos contra o câncer, descoberto em 1997.
Segundo os médicos, a colostomia foi necessária em razão da presença de tumores na região pélvica que impediam o funcionamento normal do intestino.
Na sexta-feira, o médico Raul Cutait, um dos responsáveis pela intervenção, disse que Alencar "se comportou muito bem durante a cirurgia". "Mais uma vez, ele foi um bravo e um forte."
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