Organização ameaça expulsar país do bloco.
Assembleia Geral condena o golpe militar de domingo (28).
Do G1, em São Paulo
Do G1, em São Paulo
A Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) exigiu nesta quarta-feira (1º) ao novo governo de Honduras a restituição do deposto presidente Manuel Zelaya em um prazo de 72 horas. A OEA afirmou ainda que o descumprimento desse prazo pode acarretar na expulsão do país do bloco.
Nesta terça (30), a Assembleia Geral da ONU também pediu que o presidente deposto fosse restituído ao poder de forma "imediata e incondicional".
A OEA condenou o golpe que derrubou o presidente Manuel Zelaya no domingo e exigiu o "imediato, seguro e incondicional retorno do presidente a suas funções constitucionais." A entidade afirmou que "nenhum governo resultante dessa interrupção inconstitucional será reconhecido."
O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, discursa nesta terça-feira (30) na Assembleia Geral da ONU, em Nova York.
A OEA instruiu seu secretário-geral, José Miguel Insulza, a tomar "iniciativas diplomáticas com o objetivo de restaurar a democracia e o regime da lei."
"Se isso não tiver sucesso em 72 horas, uma sessão especial da Assembleia Geral poderá suspender Honduras", disse a resolução. Zelaya prometeu na terça-feira voltar a Honduras na quinta, acompanhado de líderes estrangeiros, desafiando uma ameaça do governo interino de que irá prendê-lo se retornar ao país. A resolução da OEA foi lida durante sessão especial da organização para discutir a situação de Honduras, com a presença de Zelaya.
Com informações da Reuters e Efe
Nenhum comentário:
Postar um comentário