Governo prevê ainda outras 10 mil vagas para este ano.
Com as novas vagas, o governo quer reduzir número de temporários.
Do G1, em São Paulo
A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou na terça-feira (13) os projetos de lei que criam 80 mil novas vagas para professores na rede estadual e duas novas cargas horárias para todos os profissionais: 40 horas e 12 horas semanais, além das já existentes, de 24 e 30 horas semanais.
Além das 80 mil vagas criadas, o governo de São Paulo prevê que outros 10 mil professores deverão ser contratados este ano.
Os novos professores terão que passar pela Escola de Formação de Professores do Estado de São Paulo. Serão 360 horas de formação durante quatro meses com atividades em classe e práticas escolares. Durante o curso, os candidatos a professores receberão 75% do salário inicial da categoria.
Com as novas vagas, o governo pretende reduzir o número de professores temporários, estimado em 80 mil atualmente.
No entanto, os temporários que entraram antes de 2007 ganharam estabilidade após aprovação de lei estadual. Os demais terão dois anos como tempo máximo de trabalho, de acordo com o projeto de lei.
Do G1, em São Paulo
A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou na terça-feira (13) os projetos de lei que criam 80 mil novas vagas para professores na rede estadual e duas novas cargas horárias para todos os profissionais: 40 horas e 12 horas semanais, além das já existentes, de 24 e 30 horas semanais.
Além das 80 mil vagas criadas, o governo de São Paulo prevê que outros 10 mil professores deverão ser contratados este ano.
Os novos professores terão que passar pela Escola de Formação de Professores do Estado de São Paulo. Serão 360 horas de formação durante quatro meses com atividades em classe e práticas escolares. Durante o curso, os candidatos a professores receberão 75% do salário inicial da categoria.
Com as novas vagas, o governo pretende reduzir o número de professores temporários, estimado em 80 mil atualmente.
No entanto, os temporários que entraram antes de 2007 ganharam estabilidade após aprovação de lei estadual. Os demais terão dois anos como tempo máximo de trabalho, de acordo com o projeto de lei.
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