
Para forçar investigação, oposição promete ‘obstrução’
Na pauta, 2 MPs: Minha Casa, Minha Vida e enchentes
Na pauta, 2 MPs: Minha Casa, Minha Vida e enchentes
No último dia 17, uma quarta-feira, reuniram-se no Senado quatro líderes:
José Agripino Maia (DEM), Arthur Virgílio (PSDB), Renan Calheiros (PMDB) e Romero Jucá (Governo).
Discutiram a encrenca que retarda, há mais de 40 dias, a instalação da CPI da Petrobras.
Romero Jucá, líder de Lula no Senado, sugeriu uma data: 30 de junho. Era lorota.
Membro mais velho da CPI, caberia a Paulo Duque (PMDB-RJ) convocar a reunião da CPI.
Soldado de Renan, Duque não moveu uma palha. Nenhum dos 11 integrantes da comissão foi convocado.
Abespinhado, o líder ‘demo’ Agripino Maia reafimou na noite passada: “Vamos obstruir as votações no plenário”.
Afora o esforço de mobilização, os governistas ensaiam um discurso para constranger os líderes rivais.
Há na pauta de votações desta terça (30) duas medidas provisórias que têm forte apelo popular.
A primeira fixa as regras do Minha Casa, Minha Vida –o programa que embute o sonho da construção de 1 milhão de moradias.
A outra libera R$ 300 milhões para socorrer Estados infelicitados por enchentes ou por estiagens.
Confirmando-se a tática da obstrução, os líderes governistas dirão que a oposição prejudica o país, não a gestão Lula.
Na prática, as providências previstas nas medidas provisórias já estão sendo implementadas.
Uma MP passa a vigorar assim que é publicada no Diário Oficial. Mas o Congresso precisa ratificar o texto.
Há, de resto, um outro tema incômodo na pauta de votações do Senado: a aprovação dos nomes de 23 novos integrantes do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
O mandato dos antigos integrantes do CNJ expirou em 12 de junho. O órgão programara uma reunião com os novos conselheiros para o dia 15.
Mercê da demora do Senado, o encontro foi adiado para o final de junho. O mês termina nesta terça (30). E nada.
Para este caso, Agripino Maia aventa a hipótese de abrir uma exceção. É o único ponto que admite votar, contudo.
Resta saber se a oposição terá como levar a ferro e fogo o bloqueio à construção de casas e ao socorro a flagelados. Pode custar caro.
José Agripino Maia (DEM), Arthur Virgílio (PSDB), Renan Calheiros (PMDB) e Romero Jucá (Governo).
Discutiram a encrenca que retarda, há mais de 40 dias, a instalação da CPI da Petrobras.
Romero Jucá, líder de Lula no Senado, sugeriu uma data: 30 de junho. Era lorota.
Membro mais velho da CPI, caberia a Paulo Duque (PMDB-RJ) convocar a reunião da CPI.
Soldado de Renan, Duque não moveu uma palha. Nenhum dos 11 integrantes da comissão foi convocado.
Abespinhado, o líder ‘demo’ Agripino Maia reafimou na noite passada: “Vamos obstruir as votações no plenário”.
Afora o esforço de mobilização, os governistas ensaiam um discurso para constranger os líderes rivais.
Há na pauta de votações desta terça (30) duas medidas provisórias que têm forte apelo popular.
A primeira fixa as regras do Minha Casa, Minha Vida –o programa que embute o sonho da construção de 1 milhão de moradias.
A outra libera R$ 300 milhões para socorrer Estados infelicitados por enchentes ou por estiagens.
Confirmando-se a tática da obstrução, os líderes governistas dirão que a oposição prejudica o país, não a gestão Lula.
Na prática, as providências previstas nas medidas provisórias já estão sendo implementadas.
Uma MP passa a vigorar assim que é publicada no Diário Oficial. Mas o Congresso precisa ratificar o texto.
Há, de resto, um outro tema incômodo na pauta de votações do Senado: a aprovação dos nomes de 23 novos integrantes do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
O mandato dos antigos integrantes do CNJ expirou em 12 de junho. O órgão programara uma reunião com os novos conselheiros para o dia 15.
Mercê da demora do Senado, o encontro foi adiado para o final de junho. O mês termina nesta terça (30). E nada.
Para este caso, Agripino Maia aventa a hipótese de abrir uma exceção. É o único ponto que admite votar, contudo.
Resta saber se a oposição terá como levar a ferro e fogo o bloqueio à construção de casas e ao socorro a flagelados. Pode custar caro.
Da Folha Online, Portal UOL.
Nenhum comentário:
Postar um comentário