Os exames psiquiátricos realizados no argentino Armando Lucero, acusado de abusar sexualmente de uma de suas filhas durante duas décadas e de ter tido sete filhos com ela, indicam que ele é penalmente "imputável", informaram nesta segunda fontes judiciais.
Isso significa que o acusado não poderá alegar insanidade e que pode ser considerado culpado em um futuro julgamento.
O estudo foi enviado pelo Instituto Médico Legal (IML) ao promotor encarregado do caso, Marcelo Gutiérrez del Barrio, que se limitou a informar sobre o resultado sem dar outros detalhes do documento.
Na semana passada, a Justiça da província argentina de Mendoza, oeste, divulgou os resultados do exame de DNA que confirmaram que Lucero é o pai de sete filhos que teve com uma de suas filhas, a primeira prova do suposto abuso sexual, entre outras acusações pelas quais o homem de 67 anos permanece detido há um mês.
A essas provas se somam agora o laudo psiquiátrico realizado no acusado, que é fundamental para definir sua situação processual, disseram as fontes.
Lucero permanece isolado em uma cela da penitenciária da cidade de Mendoza, cerca de 1 mil km de Buenos Aires, após ser processado por abuso sexual com acesso carnal agravado pelo vínculo. EFE - Agência EFE
Isso significa que o acusado não poderá alegar insanidade e que pode ser considerado culpado em um futuro julgamento.
O estudo foi enviado pelo Instituto Médico Legal (IML) ao promotor encarregado do caso, Marcelo Gutiérrez del Barrio, que se limitou a informar sobre o resultado sem dar outros detalhes do documento.
Na semana passada, a Justiça da província argentina de Mendoza, oeste, divulgou os resultados do exame de DNA que confirmaram que Lucero é o pai de sete filhos que teve com uma de suas filhas, a primeira prova do suposto abuso sexual, entre outras acusações pelas quais o homem de 67 anos permanece detido há um mês.
A essas provas se somam agora o laudo psiquiátrico realizado no acusado, que é fundamental para definir sua situação processual, disseram as fontes.
Lucero permanece isolado em uma cela da penitenciária da cidade de Mendoza, cerca de 1 mil km de Buenos Aires, após ser processado por abuso sexual com acesso carnal agravado pelo vínculo. EFE - Agência EFE
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