Se mantida a tendência, presidente pode ser reeleito já em 1º turno.
Resultado oficial deve ser divulgado à 0h30 deste sábado (13).
Do G1, com agências internacionais
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que tenta a reeleição, segue liderando com 66% dos votos, segundo mais uma parcial da apuração da eleição iraniana desta sexta-feira (12). Seu principal rival, o ex-premiê Mir Hussein Moussavi, tinha 31%.
Os resultados correspondem a 68% das urnas, ou cerca de 24 milhões de votos, segundo Kamran Daneshjoo, presidente do Comitê Eleitoral. Ele não precisou de onde são os votos apurados.
Se a tendência for mantida, Ahmadinejad pode se reeleger sem a necessidade do segundo turno. Analistas previam que houvesse um segundo turno. O resultado oficial deve ser divulgado às 8h locais (0h30 de Brasília) deste sábado (13), segundo o governo.
Do G1, com agências internacionais
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que tenta a reeleição, segue liderando com 66% dos votos, segundo mais uma parcial da apuração da eleição iraniana desta sexta-feira (12). Seu principal rival, o ex-premiê Mir Hussein Moussavi, tinha 31%.
Os resultados correspondem a 68% das urnas, ou cerca de 24 milhões de votos, segundo Kamran Daneshjoo, presidente do Comitê Eleitoral. Ele não precisou de onde são os votos apurados.
Se a tendência for mantida, Ahmadinejad pode se reeleger sem a necessidade do segundo turno. Analistas previam que houvesse um segundo turno. O resultado oficial deve ser divulgado às 8h locais (0h30 de Brasília) deste sábado (13), segundo o governo.
"Sou o vencedor definitivo da eleição presidencial", disse Moussavi em entrevista em Teerã. Seu partido disse ter conseguido 65% dos votos, o que daria a vitória em primeiro turno.
O ex-primeiro-ministro também denunciou que muitos eleitores não puderam exercer seu direito ao voto porque os colégios fecharam cedo demais. "Há muita gente que ficou na rua sem poder votar. Ficamos sabendo de centros eleitorais que, apesar da ampliação do horário, foram fechados", afirmou. Moussavi disse que houve outras muitas irregularidades, mas que mesmo assim o povo iraniano votou.
Segundo o governo, o comparecimento às urnas foi de 72% dos 46 milhões de iranianos habilitados para votar.
O ex-primeiro-ministro também denunciou que muitos eleitores não puderam exercer seu direito ao voto porque os colégios fecharam cedo demais. "Há muita gente que ficou na rua sem poder votar. Ficamos sabendo de centros eleitorais que, apesar da ampliação do horário, foram fechados", afirmou. Moussavi disse que houve outras muitas irregularidades, mas que mesmo assim o povo iraniano votou.
Segundo o governo, o comparecimento às urnas foi de 72% dos 46 milhões de iranianos habilitados para votar.
Saiba por que a eleição presidencial no Irã preocupa a comunidade internacional
Governo Barack Obama ofereceu reaproximação com o regime de Teerã.
Resultado eleitoral vai influenciar no desenrolar do processo diplomático.
As eleições presidenciais desta sexta-feira (12) no Irã chamam a atenção da comunidade internacional porque podem significar uma mudança nas relações entre o regime iraniano e o governo do novo presidente dos EUA, Barack Obama. Obama acenou ao governo de Teerã com um "novo começo" nas negociações sobre a questão nuclear, o apoio ao terrorismo e a rivalidade entre Irã e Israel, cumprindo assim promessa de campanha.
Os EUA não têm relações diplomáticos com o Irã desde 1979, quando a revolução islâmica tomou o poder no país.
O ex-presidente George W. Bush chegou a colocar o país no chamado "eixo do mal" de apoiadores do terrorismo.
As eleições presidenciais desta sexta-feira (12) no Irã chamam a atenção da comunidade internacional porque podem significar uma mudança nas relações entre o regime iraniano e o governo do novo presidente dos EUA, Barack Obama. Obama acenou ao governo de Teerã com um "novo começo" nas negociações sobre a questão nuclear, o apoio ao terrorismo e a rivalidade entre Irã e Israel, cumprindo assim promessa de campanha.
Os EUA não têm relações diplomáticos com o Irã desde 1979, quando a revolução islâmica tomou o poder no país.
O ex-presidente George W. Bush chegou a colocar o país no chamado "eixo do mal" de apoiadores do terrorismo.
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