Pacientes que tomam estatinas (drogas utilizadas para redução do colesterol ruim) depois de sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) têm 35% menos risco de sofrer um outro AVC e 57% menos probabilidade de morrer nos próximos dez anos, aponta pesquisa publicada na edição de maio da revista científica "Neurology".
O estudo, realizado por pesquisadores gregos, envolveu 794 pessoas que sofreram AVC isquêmico (entupimento de um dos vasos cerebrais, bloqueando o fluxo sanguíneo em determinada região do cérebro). Elas foram acompanhadas por dez anos, sem interferência dos pesquisadores. Nesse período, 112 sofreram um segundo AVC e 224 morreram.
De acordo com a pesquisa, 16% dos pacientes que não tomavam estatinas tiveram outro evento cerebral no período, enquanto apenas 7% daqueles que usavam estatinas constantemente. Além disso, o estudo aponta que a extensão e a gravidade do AVC entre aqueles que tomavam estatinas foi menor do que os que não tomavam.
O estudo, realizado por pesquisadores gregos, envolveu 794 pessoas que sofreram AVC isquêmico (entupimento de um dos vasos cerebrais, bloqueando o fluxo sanguíneo em determinada região do cérebro). Elas foram acompanhadas por dez anos, sem interferência dos pesquisadores. Nesse período, 112 sofreram um segundo AVC e 224 morreram.
De acordo com a pesquisa, 16% dos pacientes que não tomavam estatinas tiveram outro evento cerebral no período, enquanto apenas 7% daqueles que usavam estatinas constantemente. Além disso, o estudo aponta que a extensão e a gravidade do AVC entre aqueles que tomavam estatinas foi menor do que os que não tomavam.
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