Artigo Jornal de Piracicaba.
Trabalho Ambulante
Prefeitura de Piracicaba começa a apresentar as novas regras para a organização do trabalho de ambulantes em Piracicaba, tarefa nada fácil, algo como revirar um angu de caroço. Até porque qualquer mudança traz um rastro de dúvida e apreensão. Às vezes de insegurança. E nem poderia ser diferente. O sistema tem um formato já antigo e esse modelo abre espaço inclusive para algumas distorções. Existem até casos de permissionários que `herdam' um ponto, como se isso pudesse passar de pai para filho. Pelas novas regras o que se projeta é dar à atividade um cunho realmente social, um fôlego para quem ficou sem emprego e precisa se manter até conseguir voltar para o mercado formal, esse sim o grande objetivo da atividade. Por isso a análise socioeconômica para concessão de licença aos ambulantes levará em conta, por exemplo, se o solicitante está desempregado ou não no momento. Pelas novas regras, a autorização precisará ser renovada anualmente e só será concedida pela prefeitura após análise socioeconômica dos solicitantes, que terão de comprovar a necessidade de atuar no chamado "mercado informal" e passar por cursos de qualificação. Até o dia 10 de julho o Ipplap (Instituto de Pesquisas e Planejamento de Piracicaba) irá definir os locais da cidade onde será permitida a montagem de barracas e estruturas semelhantes para a comercialização de produtos. Por enquanto, somente os permissionários do Camelódromo Central estão com os pontos garantidos. Segundo a matéria que mancheta a edição de hoje, além dos 107 comerciantes cadastrados no Camelódromo, existem em Piracicaba mais 50 pessoas que solicitam oficialmente autorização para atuar como "ambulantes fixos", aqueles que utilizam sempre o mesmo local . Também há uma lista de mais 250 que pleiteiam a licença de "ambulantes itinerantes", que podem circular por diversos lugares durante todo o dia. Para se chegar ao modelo proposto foram necessários inúmeros debates, muito tempo e nenhuma conclusão. De tão polêmica, a matéria foi retirada da Câmara de Vereadores e definida por decreto. A regulamentação não vai agradar a gregos e troianos. Mas precisava ser feita.
Trabalho Ambulante
Prefeitura de Piracicaba começa a apresentar as novas regras para a organização do trabalho de ambulantes em Piracicaba, tarefa nada fácil, algo como revirar um angu de caroço. Até porque qualquer mudança traz um rastro de dúvida e apreensão. Às vezes de insegurança. E nem poderia ser diferente. O sistema tem um formato já antigo e esse modelo abre espaço inclusive para algumas distorções. Existem até casos de permissionários que `herdam' um ponto, como se isso pudesse passar de pai para filho. Pelas novas regras o que se projeta é dar à atividade um cunho realmente social, um fôlego para quem ficou sem emprego e precisa se manter até conseguir voltar para o mercado formal, esse sim o grande objetivo da atividade. Por isso a análise socioeconômica para concessão de licença aos ambulantes levará em conta, por exemplo, se o solicitante está desempregado ou não no momento. Pelas novas regras, a autorização precisará ser renovada anualmente e só será concedida pela prefeitura após análise socioeconômica dos solicitantes, que terão de comprovar a necessidade de atuar no chamado "mercado informal" e passar por cursos de qualificação. Até o dia 10 de julho o Ipplap (Instituto de Pesquisas e Planejamento de Piracicaba) irá definir os locais da cidade onde será permitida a montagem de barracas e estruturas semelhantes para a comercialização de produtos. Por enquanto, somente os permissionários do Camelódromo Central estão com os pontos garantidos. Segundo a matéria que mancheta a edição de hoje, além dos 107 comerciantes cadastrados no Camelódromo, existem em Piracicaba mais 50 pessoas que solicitam oficialmente autorização para atuar como "ambulantes fixos", aqueles que utilizam sempre o mesmo local . Também há uma lista de mais 250 que pleiteiam a licença de "ambulantes itinerantes", que podem circular por diversos lugares durante todo o dia. Para se chegar ao modelo proposto foram necessários inúmeros debates, muito tempo e nenhuma conclusão. De tão polêmica, a matéria foi retirada da Câmara de Vereadores e definida por decreto. A regulamentação não vai agradar a gregos e troianos. Mas precisava ser feita.
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